Caixas de Som Sony SS-AR1: Em busca da perfeição

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A Sony, no japão, resolveu pedir a um de seus mais talentosos engenheiros para conceber a melhor caixa de som que ele pudesse desenvolver. Yoshiyuki Kaku então começou a pensar então em todos os mínimos detalhes para alcançar o almejado produto. Primeiramente ele pensou na madeira que ele utilizaria para fazer a caixa. Pensou numa madeira muito rígida para suportar os alto-falantes e uma madeira um pouco menos rígida para compor as laterais e a traseira.

Madeira da floresta de Hokkaido utilizada para a construção da caixa

Madeira da floresta de Hokkaido utilizada para a construção da caixa

Para selecionar as madeiras ele teve auxílio de um especialista em madeiras, que foram colhidas no Japão. E para selecionar os melhores alto-falantes ele teve auxílio de um especialista da Escandinávia. São dois modelos de caixas de som, o SS-AR1 com woofers de 200mm e o SS-AR2 com woofers de 165mm.

Detalhes de acabamento do SS-AR1 e SS-AR2

Detalhes de acabamento do SS-AR1 e SS-AR2

As especificações são as seguintes para o SS-AR1:

  • Resposta em frequência de 28 Hz a 60kHz;
  • Sensibilidade de 88 dB;
  • Impedância nominal de 4 Ohms;
  • Potência máxima de entrada de 200W;
  • Dimensões de 320 x 1080 x 490 mm;
  • Peso de 57 kg.

Caixas de Som Sony SS-AR1

Caixas de Som Sony SS-AR1

Ficou interessado? Pois saiba que o custo dessa belezinha, nos EUA, gira em torno de US$ 27.000, sim, isso tudo! E como essas caixas são “passivas”, você vai precisar de um amplificador externo para fazê-las funcionar.

Via Sony

Samsung Wireless Audio 360: o som que se espalha ao redor

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A grande maioria das caixas de som existentes hoje em dia tem o princípio de “produzir som apenas para frente”, quando muito, “produzir som para frente e para uma outra direção”, muito comum quando existe um alto falante para intensificar os sons de baixa frequência. Mas pense bem, nem sempre estamos de frente para as caixas de som quando estamos ouvindo música ou podcast [do Bit Amplificado]. Sabendo disso, a Samsung resolveu investir num sistema sonoro capaz emitir som para todos os lados sem que o audio se deteriore com isso. Aí que surge o Wireless Audio 360.

Modelo (R7) WAM7501 visto de frente

Modelo (R7) WAM7501 visto de frente

São duas famílias, a R7 e a R6, cada uma com modelos nas cores branca e preta, gerando um total de 4 modelos. A família R7 tem um design que ocupa maior espaço, mas que proporciona diversas formas de montagem. No entanto, segundo especificações, quando ligado possui consumo de energia menor que a família R6 e quando em “espera” tem consumo maior.

Modelo (R6) WAM6500 visto de frente

Modelo (R6) WAM6500 visto de frente

A conectividade pode ser feita tanto através de rede Wi-Fi quanto via Bluetooth. É compatível com dispositivos iOS e Android. E é capaz de reproduzir som de alta fidelidade até taxas de 192kHz com 24 bits de amostragem.

Modelo (R7) WAM7501 com suporte de teto.

Modelo (R7) WAM7501 com suporte de teto.

O preço desses belíssimos sistemas de som está na casa dos US$ 500 nos EUA.

Via Samsung

MOTU Ultralite AVB: Mixando à distância

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A MOTU, uma das grandes empresas no setor de interfaces de audio digital, está lançando um novo modelo de interface de audio com um incremento interessante na mixagem do som: a possibilidade da comunicação via Ethernet/Rede com qualquer “Smart Dispositivo” servindo de controle.

Interface de Audio MOTU Ultralite AVB

Interface de Audio MOTU Ultralite AVB

Com essa funcionalidade de controlar a mixagem à distância, é possível, mesmo com o aparelho distante, ao gravar com um microfone conectado à interface, alterar ganho, equalizações e reverb utilizando um tablet ou um smartphone, sem precisar de uma segunda pessoa para operar o equipamento, ou ficar “indo e vindo” para chegar à configuração perfeita. Como a interface de audio está conectada na rede, basta acessar o endereço dela na rede para ter acesso aos controles.

Controles da Interface de Audio via Web Aplicativo num Tablet

Controles da Interface de Audio via Web Aplicativo num Tablet

Eis mais algumas especificações do MOTU Ultralilte AVB:

  • Taxa de amostragem de até 192kHz com 24 bits de resolução;
  • 2 Entradas de microfone com ganho de 0 a +56dB e Phantom Power de +48V;
  • 8 Entradas Analógicas com até +24 dBu (ajustável a -96 até +22);
  • 8 Saídas Analalógicas com até +20 dBu (ajustável a -4 até +20);
  • Até 8 canais ADAT pela interface ótica, compatível com TOSLink e S/PDIF;
  • Controlável por interface Ethernet ou por USB 3.0 (compatível com 2.0);
  • Alimentação externa de 12 a 18 Vdc com 1A de corrente.
Painéis Frontal e Traseiro da MOTU Ultralite AVB

Painéis Frontal e Traseiro da MOTU Ultralite AVB

A MOTU Ultralite AVB já está disponível para venda nos EUA com custo de venda sugerido em torno dos US$ 650

Via: MOTU

Toca Discos Pioneer PL-30-K

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A onda dos toca discos parece estar “voltando de volta”! Sim, depois de serem deixados de lado nos anos 90 por conta dos CD Players, MD Players e obviamente pelos MP3 Players, os Toca Discos ressurgiram nos anos 2000 de forma sofisticada, com várias marcas investindo pesado nesse setor. Mas já em 2010 quase todas já haviam desistido desse mercado. E contrariando o pensamento de quem acha que o futuro da música é um arquivo sem compressão .WAV ou .AIFF, a Pioneer volta a apostar no setor com o toca discos PL-30-K!

Toca Discos Pioneer PL-30-K

Toca Discos Pioneer PL-30-K

Esse estiloso aparelho conta com:

  • Equalização Phono interna ou externa (selecionável);
  • Cartucho MM de alta performance;
  • Seletor de velociada (33 1/3 rpm ou 45 rpm);
  • Saída RCA com conectores dourados;
  • Rotação por cinta elástica acoplada a motor DC;
  • Consumo de 2W;
  • Alimentação 120V / 60Hz;
  • Peso de 5,6 kg.
Cartucho e botões do PL-30-K em destaque

Cartucho e botões do PL-30-K em destaque

O toca discos PL-30-K já está disponível nos Estados Unidos a um preço sugerido de US$299.

Via: Pioneer