Caixa de Som Tudo-Em-Um “FREEPLAY” da Mackie

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A Mackie está trazendo ao mercado um produto bastante interessante para quem tem a necessidade de fazer apresentações em público onde não há recursos de audio disponíveis. A Freeplay é uma caixa de som potente, que pode funcionar à bateria, que integra um mixer versátil que contempla dois amplificadores para microfones e/ou instrumentos, entrada auxiliar tipo “line” e aceita streaming de som via bluetooth.

Caixa de Som Amplificada Mackie FreePlay

Caixa de Som Amplificada Mackie FreePlay

 

Aqui temos algumas características:

  • Potência sonora média de 150W RMS (com máximo de 300W RMS);
  • Resposta em frequência de 65 Hz a 20 kHz;
  • Máximo SPL em 1m de 114 dB;
  • Duas entradas combo XLR para microfones ou instrumentos;
  • Equalizador de três bandas;
  • Módulo opcional de baterias com 7,4 V e 5200 mAh para até 10h contínuas de som;
  • Peso de 5 kg.
Painel traseiro do Mackie FreePlay

Painel traseiro do Mackie FreePlay

 

Uma caixa de som potente e portátil não chega a ser exatamente uma novidade, mas a integração disso a um mixer de áudio que contempla dois amplificadores e mais ainda a um streaming de audio via bluetooth, isso sim é novidade. E você controla a mixagem e a equalização desses canais pelo seu smartphone com o App FreePlay Connect da própria Mackie.

App FreePlay Connect

App FreePlay Connect

Existem suportes opcionais que podem ser adquiridos para uma melhor performance/posicionamento do som, como este para “elevar” o som:

Suporte tubular ajustável para elevar o FreePlay

Suporte tubular ajustável para elevar o FreePlay

 

Ou este para ficar no chão:

Suporte Kickstand para deixar o FreePlay no chão

Suporte Kickstand para deixar o FreePlay no chão

 
O produto estará disponível nos EUA a partir de Março deste ano a um custo estimado de US$ 399.

Via: Mackie

 

Microfone R0DE NTR de fita!

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Ainda falando da NAMM 2015, a australiana R0DE, uma das maiores fabricantes do mundo de microfones, mostrou na feira o microfone NTR que tem uma fita de alumínio como parte central do sensor.

Microfone de Fita R0DE NTR

Microfone de Fita R0DE NTR

 

Atualmente podemos dividir os microfones de uso profissional em três tipos:

  • Os chamados “dinâmicos”, muito utilizados em apresentações ao vivo, tendo uma mecânica interna própria para direcionar a captação;
  • Aqueles do tipo “condensadores”, que possui um elemento circular que varia a capacitância (lembrando que “condensador” é a mesma coisa que “capacitor”) conforme o som lhe atinge, é extremamente sensível e muito utilizado em estúdios de gravação;
  • E por fim, os mais difíceis de se encontrar por aí, os microfones de fita que possuem uma fita finíssima sanfonada de alumínio em seu interior como principal elemento do sensor.
Visão lateral do R0DE NTR

Visão lateral do R0DE NTR

Os Microfones de Fita surgiram por volta de 1930 e naquele momento desbancaram os microfones do tipo condensador, sendo largamente utilizados em estações de rádio. No entanto, com o tempo os microfones do tipo condensador evoluíram drasticamente e eram muito mais fáceis de se produzir que os microfones de fita. Tanto que a partir de 1960 praticamente já não se produziam mais microfones de fita. Estes só voltariam a aparecer no mercado em 2002 e desde então várias marcas começaram a apostar nesse tipo de microfone, que alegam possuir o melhor tipo de captação para vocais. O vídeo abaixo mostra um pouco do processo de produção desse produto da R0DE.

Uma característica interessante deste microfone da R0DE é que ele possui dentro dele, na base cilíndrica, uma eletrônica capaz de adicionar um pequeno ganho ao sinal captado, sendo essa alimentação fornecida pelo Phantom Power (+48Vdc) da interface de audio. Essa pequena amplificação é uma garantia que a R0DE fornece de que o microfone funcionará bem em qualquer interface de audio.

Base do Microfone R0DE NTR

Base do Microfone R0DE NTR

O R0DE NTR chega ao mercado norte-americano em fevereiro deste ano custando em torno de US$ 800.

Via: R0DE Mic

Interface de Audio Arturia AudioFuse

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O mercado de interfaces de audio é um mercado sempre em expansão. Novos produtos de empresas consagradas e novas marcas com produtos diferentes vão surgindo a cada NAMM (National Association of Music Merchants ou Associação Nacional dos Comerciantes de Música ) Show, que acontece nos Estados Unidos duas vezes por ano, uma no verão e uma no inverno. E foi na edição de verão deste ano dessa feira, que aconteceu de 22 a 25 de Janeiro em Anaheim na Califórnia, que a empresa francesa, até então especializada em sintetizadores e controladores de audio, apresentou a AudioFuse, uma interface de audio com uma cara de “mesinha de som”.

Algumas especificações:

  • 4 entradas analógicas, sendo duas para Microfones/Instrumentos/Line e outras duas para Phono/Line
  • 4 saídas analógicas
  • 2 canais de insert
  • 1 entrada e 1 saída ADAT
  • 1 entrada e 1 saída S/PDIF
  • 1 entrada e 1 saída MIDI
  • 24-bits de resolução com amostragem de até 192 kHz para o conversor analógico-digital
  • 24-bits de resolução com amostragem de até 192 kHz para o conversor digital-analógico
  • 1 porta USB device
  • 3 portas USB comportando-se como HUB

 

Interface de Audio Arturia AudioFuse

Interface de Audio Arturia AudioFuse

O produto pode vir em três cores diferentes e conta com uma tampa protetora caso você precise transportá-la por aí ou mesmo para fechar quando não estiver usando, evitando assim o acúmulo de pó sobre os botões.

As três cores da AudioFuse

As três cores da AudioFuse

Como vivemos em tempos onde não dependemos tanto de um PC ou de um Mac a todo momento, e estamos cada vez mais conectados a nossos Smartphones, muitas empresas tem se preocupado em fazer seus produtos compatíveis com dispositivos Android e iOS, que é um grande diferencial que esta interface de audio apresenta, perante a maioria das interfaces de audio existentes no mercado.

Painel traseiro da interface AudioFuse

Painel traseiro da interface AudioFuse

Outro grande diferencial deste produto e que parece ser uma tendência no mercado atual da eletrônica voltada ao audio, é a tecnologia que eles chamam de DiscretePRO, que é a responsável por amplificar os sinais analógicos oriundos das entradas. Segundo a descrição da tecnologia, é possível amplificar com clareza sinais analógicos com até -129dB de intensidade, utilizando apenas componentes eletrônicos discretos. Tal metodologia de amplificação parece estar virando tendência atual, pois já falamos aqui do DR-680MKII da TASCAM que utiliza uma metodologia equivalente de amplificação. Isso talvez ocorra porque as fabricantes de circuitos integrados não tenham investido muito na tentativa de miniatuarizar circuitos utilizados em equipamentos de audio profissional.

Tecnologia DiscretePRO da Arturia

Tecnologia DiscretePRO da Arturia

O AudioFuse será lançado ainda neste primeiro semestre de 2015 e tem preço estimado de US$ 599 lá nos Estados Unidos.

Via: Arturia

Amplificador-Gravador-Interface de Áudio DR-680MKII

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Para quem grava podcasts, música ou mesmo vídeos, sabe que o grande problema (ou a grande solução) de registrar em áudio suas gravações é quando queremos transformar o nosso som analógico (que sai de nossa boca ou instrumento) em um arquivo digital. Pois bem, para que isso ocorra da melhor maneira seria ideal que você estivesse num lugar com uma acústica adequada e que tivesse o melhor microfone, o melhor amplificador, o melhor conversor analógico-digital e uma mídia segura e rápida o suficiente para reter essa conversão.

TASCAM DR-680MKII

Gravador TASCAM DR-680MKII

Na maior parte do tempo, você não vai ter tudo isso. Ou talvez nunca tenha. Mas, se você tiver em mãos essa belezinha que a empresa japonesa Tascam acaba de lançar, já resolve metade dos problemas.

Isso porquê:

Amplifica o sinal de seu microfone com o que ela chama de “High Definition Discrete Architecture” (Arquitetura Discreta de Alta Definição) amplificando em até 63 dB o sinal que sai de seu microfone (para se ter uma ideia, a maioria dos amplificadores e interfaces de audio no mercado possuem ganhos na ordem de 50 dB). O circuito utilizado para tal nada mais é do que um conjunto de resistores e capacitores aliados a dois amplificadores operacionas apenas. O trunfo da Tascam talvez esteja na forma que são roteados os sinais na placa de circuito impresso e na qualidade dos componentes utilizados, já que outros equipamentos da marca com essa mesma característica HDDA tem sido muito bem avaliados em reviews pela internet.

Amplificador PCB DR-680MKII

Placa eletrônica do DR-680MKII destacando a parte do amplificador

São 6 entrada amplificadas e 2 sem amplificação e grava até 8 canais simultâneos na qualidade de 24-bits e amostragem de 96 kHz, no formato BWF ou WAV, num cartão SD/SDHC/SDXC que pode ter até 128GB de memória.

Entradas de microfone do DR-680MKII

Entradas de microfone do DR-680MKII

Funciona com 8 pilhas AA caso você necessite gravar áudio com qualidade em lugares onde não é possível encontrar uma tomada. Mas ele também possui um adaptador AC para 12V DC, que é a tensão de entrada para o circuito todo. E deve estar alimentado por uma dessas duas fontes de alimentação para se comunicar via USB com seu computador caso necessite disso. Com um equipamento desses, raros serão os momentos que você vai precisar plugá-lo no computador.

Via: TASCAM